A Espanha voltou ao topo do futebol mundial no domingo (19) ao derrotar a Argentina por 1 a 0 na prorrogação, em Nova Jersey, e conquistar o segundo título da Copa do Mundo de sua história. O gol da vitória foi marcado por Ferran Torres, que saiu do banco de reservas para decidir a final.
Campeã pela primeira vez em 2010, a seleção espanhola encerrou um jejum de 16 anos e impediu que a Argentina conquistasse o tetracampeonato. Com o resultado, a Espanha passa a integrar o grupo de seleções bicampeãs mundiais, ao lado de Uruguai e França.
Durante os 120 minutos, a equipe comandada por Luis de la Fuente dominou as ações da partida e criou as principais oportunidades. A Argentina, que teve o volante Enzo Fernández expulso no fim do tempo regulamentar, conseguiu finalizar pela primeira vez apenas na prorrogação.
O gol do título saiu no segundo tempo do tempo extra. Após cruzamento de Pedro Porro e assistência de Nico Williams, Ferran Torres apareceu livre na pequena área para marcar o único gol da decisão.
Além da conquista, a Espanha estabeleceu um novo recorde ao alcançar 38 partidas de invencibilidade, superando a marca da Itália. A seleção também se tornou a primeira a reunir, ao mesmo tempo, os títulos das Copas do Mundo masculina e feminina.
A final também marcou a despedida de Lionel Messi das Copas do Mundo. Aos 39 anos, o camisa 10 encerra sua trajetória em Mundiais com o título conquistado em 2022, dois vice-campeonatos (2014 e 2026) e 21 gols marcados na competição.