A tradicional carteira de identidade, conhecida como RG, está sendo substituída gradualmente pela Carteira de Identidade Nacional (CIN), novo documento que utiliza o CPF como número único de identificação em todo o país.
Apesar da mudança, quem ainda possui o RG no modelo antigo não precisa correr para fazer a troca. Segundo o Governo Federal, o documento continua válido em todo o território nacional até 28 de fevereiro de 2032. A partir de 1º de março daquele ano, a CIN será o modelo obrigatório de identificação.
A nova carteira foi criada para padronizar a identificação dos brasileiros nos 27 estados e no Distrito Federal, além de aumentar a segurança contra fraudes. A CIN possui mecanismos de segurança e pode ser utilizada tanto na versão física quanto digital.
CPF passa a ser o número da identidade
Uma das principais mudanças é que o CPF passa a ser o número único de identificação do cidadão. Com isso, o mesmo número será utilizado em todo o território nacional, evitando a existência de diferentes números de RG emitidos por estados distintos.
A CIN também pode reunir informações adicionais, conforme as regras de emissão, como nome social, indicação de deficiência, tipo sanguíneo e fator RH, além de números de outros documentos.
Documento também pode ser digital
Depois de receber a versão física da CIN, o cidadão pode acessar a versão digital pelo aplicativo GOV.BR. O documento digital possui validade legal e facilita o acesso à identidade pelo celular.
Qual é a validade da nova CIN?
O prazo de validade varia de acordo com a idade:
- Crianças de até 11 anos: validade de cinco anos;
- Pessoas de 12 a 59 anos: validade de dez anos;
- Pessoas com 60 anos ou mais: validade indeterminada.
Precisa trocar o RG agora?
Não. A substituição pode ser feita de forma gradual. O Governo Federal orienta que quem ainda utiliza o documento antigo pode solicitar a CIN quando desejar, mas o RG continua válido até fevereiro de 2032.
A primeira emissão da CIN é gratuita, conforme as regras estabelecidas para o novo documento.